1º Encontro de Famílias Atípicas da Unimed Noroeste/RS amplia diálogo, integração e orientação às famílias

1º Encontro de Famílias Atípicas da Unimed Noroeste/RS amplia diálogo, integração e orientação às famílias

 

Informação, escuta e troca de experiências sobre o acompanhamento terapêutico. Assim foi marcado o 1º Encontro de Famílias Atípicas, promovido pela Unimed Noroeste/RS, que teve o objetivo de ampliar o diálogo entre as famílias e os profissionais com a instituição. Organizado pelo Núcleo de Terapias, ocorreu na noite desta quinta-feira, 27, no Auditório do Sicredi, em Ijuí.

A programação teve início com a apresentação “O papel da Cooperativa na jornada do cuidado”, conduzida pelo diretor de Desenvolvimento Humano e Sustentabilidade da Unimed Noroeste/RS, o médico Renan Gomes, e pela enfermeira auditora do Núcleo de Terapias, Ariéla Müller. Na sequência, a psicóloga e coordenadora de Análise do Comportamento Aplicada (ABA) da Unimed Noroeste/RS, Maria Vitória Amorim, abordou o tema “Orientação parental: caminhos para o cotidiano”, compartilhando estratégias voltadas à convivência familiar, às escolhas relacionadas ao tratamento e aos desafios da rotina.

Em seguida, a psicopedagoga e mãe atípica Juliana Cleveston Posser conduziu a exposição “Acolhimento e corresponsabilidade: a família como parte do cuidado”, destacando a importância da participação ativa dos responsáveis no processo terapêutico. A programação também contou com uma roda de conversa para esclarecimento de dúvidas, com a participação dos palestrantes, do médico auditor do Núcleo de Terapias, Marcelo Brum Miron, da coordenadora do Núcleo de Terapias, Jaíne Brito e das mães atípicas Edigete Pezzini e Priscila Garay. Nesse momento, o público pôde encaminhar perguntas, de forma anônima, que foram respondidas pelos participantes da roda.

Para o diretor de Desenvolvimento Humano e Sustentabilidade da Unimed Noroeste/RS, médico Renan Gomes, manter um diálogo próximo com as famílias e os profissionais que participam do acompanhamento terapêutico é fundamental para compreender diferentes perspectivas e qualificar continuamente o cuidado. “Essa aproximação fortalece vínculos, amplia a escuta e permite que a cooperativa esteja cada vez mais presente nas diferentes etapas dessa jornada”, destacou o diretor.

O encontro encerrou-se com um momento de integração entre os participantes. A iniciativa reforçou a importância de aproximar famílias, profissionais e a cooperativa, ampliar os espaços de diálogo e orientação e fortalecer a construção compartilhada do cuidado ao longo do acompanhamento terapêutico.

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